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18 de maio de 2021
Artigos Pastores Edson e Lenir

Unção da multiplicação

Vejo alguns pastores se descabelando, outros, que antes eram contra a alguns ventos de doutrina e hoje aceitam como coisa inspirada pelo Espírito Santo de Deus para promover o crescimento da igreja.

Criam novas estratégias, novas visões, adaptam o mundo à igreja e a igreja ao mundo, inventam cursos, palestras. Falam em CEO, em Inteligência emocional, criam métodos com 10 passos para o crescimento, usam a tabela do jogo do bicho: 12, 144, 1728. Prometem fim do sofrimento, prosperidade, cura. Apelam para superstições como a proibição de velas no bolo de aniversário, cantar muitos bens prá você ao invés de parabéns prá você. Criam atos proféticos, danças proféticas. Obrigam o uso do talite, do quipá e na igreja tem que ter a réplica da Arca da Aliança, toque do shofar. Discipulam, consolidam e não enviam nunca. Criam unção disso, unção daquilo e tem até óleo ungido, água do rio Jordão, pão abençoado, meia ungida, toalhinha escarrada, inventaram uma tal de primícias, de trízimo e discordam da Bíblia que declara que o mundo jaz no maligno, dizendo que é do Senhor Jesus.

A maioria dos pastores nem pastoreiam mais, eles só pensam naquilo.
Em Gênesis 17: 1 e 2, o próprio Deus dá a estratégia para o crescimento: Eu sou o Deus todo-poderoso, “anda na minha presença e sê perfeito. Porei a minha aliança entre mim e ti, e te multiplicarei grandissimamente”. Mas isso ninguém quer.

A única diferença entre a igreja e o mundo é que no mundo nascem mais pessoas do que morrem e na igreja morrem mais do que nascem.

Resultado: estamos invadindo a terra ao invés de conquista-la. Só que a invasão trás problemas insolúveis.

Edson BB de Jesus – Um inútil buscando ser servo.

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