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21 de abril de 2021
Saúde

Sou mãe e tive Covid-19. Posso amamentar?

Amamentação. Foto de divulgação

Com o surgimento da pandemia, muitas mamães que estão na fase da amamentação ficaram receosas e com muitas dúvidas sobre esse momento tão importante para elas e para os seus bebês.

Mas afinal, as lactantes que foram infectadas pela covid-19, podem amamentar?

O médico neonatologista do Sistema Hapvida, Fredson Silva, explica se tem algum problema nessa questão, e como ocorre o processo de recuperação.

“O aleitamento materno exclusivo é sem dúvida o melhor alimento para o bebê até o sexto mês de vida. Com o surgimento da pandemia, dúvidas a respeito do assunto surgiram. Mães infectadas com covid-19, podem amamentar os seus pequenos? O consenso atual é que sim, que aquelas mães que se sintam aptas para dar de mamar a seus bebês que o façam. Apenas recomendamos que o ambiente seja higienizado adequadamente, que lave as mãos antes de tocar no bebê, e que durante todo o tempo em que esteja com a criança nos braços amamentando mantenha o uso de máscara”, destaca o especialista.

O médico ainda faz o alerta para os cuidados no momento em que as mães não estiverem amamentando os seus filhos. “Naqueles momentos em que o recém-nascido não estiver sendo amamentado, as mães devem guardar uma distância de pelo menos dois metros dos bebês. Desse modo, podemos adquirir uma nutrição adequada com mínimo risco de infecção a estes bebês”, finaliza.

Sobre o Sistema Hapvida

Com mais de 6,6 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 38 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 45 hospitais, 198 clínicas médicas, 46 prontos atendimentos, 175 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

*Com informações da Assessoria de Imprensa

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