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26 de setembro de 2020
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Pesquisa brasileira mostra que pessoas ricas são que mais deixaram de ler

De acordo com uma reportagem da Folha de S. Paulo desta sexta-feira, a queda mais súbita nos índices brasileiros de leitura ocorreu entre os que tinham mais renda e que eram escolarizados. É uma conclusão do resultado da quinta edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, iniciativa do Instituto Pró-Livro e do Itaú Cultural, que identificou uma redução de 4% no nível geral de leitura no Brasil.

Atualmente se estima que 52% dos brasileiros têm o hábito de leitura e três em cada dez pessoas falam ter dificuldade de compreender um livro. Para a pesquisa, o que define um leitor é ter lido um livro nos últimos três meses, todo ou em partes.

Das faixas de renda familiar, a leitura caiu para aqueles que possuem mais de dez salários mínimos com uma diminuição de 12 pontos percentuais, de 82% para 70%. Já a camada de de cinco a dez salários mínimos teve queda de 11 pontos. Todas as faixas abaixo a dessas camadas tiveram reduções menores, de no máximo quatro pontos percentuais.

Desde 2015, o percentual de pessoas com ensino superior que se diz leitor caiu de 82% para 68%. Também foi a queda mais aumentada entre todos os níveis de escolaridade.

Fonte: Folha de S. Paulo.

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