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28 de novembro de 2020
Economia

O Sebrae atingiu a marca de 100 mil atendimentos, dos quais 81% foram online

Com este desempenho, os micros e pequenos empresários amazonenses conseguiram reverter parte de suas perdas provocadas pela pandemia da Covid19. “É uma grande alegria este resultado, porque tivemos que nos reinventar, em um momento de adversidade. Fomos ágil e eficientes transformando nossa plataforma de atendimento digital em nosso carro chefe, junto ao público que nos procurou para encontrar as respostas e soluções para os seus negócios”, afirmou a diretora superintendente do Sebrae, Lamisse Said Cavalcanti.

O atendimento de maior procura foi o de orientação, especialmente sobre como reagir à pandemia. Os micro e pequenos empresários viram suas receitas despencarem em mais de 60% da noite para o dia, em função das medidas de quarentena provocadas pela pandemia. Este item registrou a marca de 69.727.

Igualmente importante foi a procura por cursos, notadamente nas áreas de marketing digital e tudo que se relaciona às mídias sociais e atendimento online. Os empresários tiveram que ‘correr’ para se atualizarem e, muitos deles passaram por uma completa reinvenção, para não verem seus negócios naufragarem. Isso, porque o atendimento presencial foi o de maior impacto, especificamente, o comercio de alimentos em geral; mas ,também, de estética e beleza, entre outros, onde o contato direto com o público era necessário. Este item teve uma procura de 15.611, até o dia 22 de outubro.

Conquista

O presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae, Muni Lourenço, afirmou que “a conquista desse recorde em atendimento online confirma o firme compromisso do Sebrae, por meio de sua equipe, com o desenvolvimento dos pequenos negócios. O alcance dessa marca fala por si só, principalmente em tempo de pandemia, onde todos nos reinventamos. O empreendedor amazonense conta com o Sebrae do seu lado”.

Segundo a gerente da Unidade de Atendimento e Relacionamento (UAR) do Sebrae, Maria Helena Garcia, o esforço para atender os micros e pequenos empresários foi de uma escala nunca antes visto. “Mais de 70 analistas trabalharam em home office para atender milhares de empresários que estavam vivendo os piores momentos de suas vidas como empreendedores, com a pandemia. Nós tivemos a agilidade de dar as respostas que eles precisavam e eles souberam aproveitar a oportunidade, virando a chave do presencial para o online, com dificuldades, mas era o que tinha que ser feito para salvar os seus negócios”.

As palestras ficaram em terceiro lugar com 6.237 atendimentos, o que destaca a necessidade de novos conhecimentos em um mundo empresarial digital. As consultorias ficaram em quarto lugar com 5.584 atendimentos. Feiras, oficinas, rodadas de negócios, seminários também contribuíram para fortalecer os micros e pequenos empresários no período da pandemia mais extremo.

Agendamento

No momento, o público pode ser atendido presencialmente, desde que sejam feitos agendamentos. No entanto, os atendimentos online continuam se fortalecendo, por haver o entendimento generalizado entre os empresários: que a mudança cultural e operacional veio para ficar.

Assistência técnica

A gerente da Unidade de Gestão Estratégica (UGE) do Sebrae, Socorro Correa, disse “que chegar a marca de 100 mil atendimentos, com uma média de dois atendimentos por cliente, é uma performance que confirma que o distanciamento social não limitou o atendimento do Sebrae. A internet nos possibilitou ficar juntos dos pequenos negócios e continuar prestando assistência técnica”.

Virada de chave

No ano passado 20% dos clientes do Sebrae foram atendidos digitalmente (online). Este anos até 22 de outubro 81% dos atendimentos foram online. A previsão dos especialistas é que este percentual suba ainda mais até dezembro.

Com informações da assessoria de imprensa do Sebrae

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