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5 de agosto de 2021
Destaques Empreendedorismo

Mulheres de Itapiranga se tornam empreendedoras com incentivo da Eneva

Um grupo de 25 costureiras que confeccionaram mais de 200 mil máscaras durante a pandemia receberão suporte da Eneva e do Sebrae para se tornar empreendedoras e tocar os seus próprios negócios. Lançado nos municípios de Silves e Itapiranga, no Médio Amazonas, o projeto Elas Empreendedoras vai oferecer cursos de capacitação sobre empreendedorismo e dar apoio às profissionais para desenvolver suas habilidades como empresárias, gerando emprego e renda na região.

A iniciativa nasceu a partir do Projeto Costurando para o Bem, que promoveu a fabricação de máscaras e EPIs que foram distribuídas à população das duas cidades, no período de pico da pandemia de Covid-19. As 25 mulheres que atuaram como costureiras no projeto, agora, receberão apoio da empresa de energia e do Sebrae para tocar um futuro como empreendedoras.

“Os projetos sociais desenvolvidos pela Eneva dão frutos e são importantes ferramentas de transformação por onde passam. Nossa ideia é proporcionar retorno financeiro para as profissionais que tiveram suas habilidades reveladas no Costurando Para o Bem. Queremos despertar e incentivar mais ações empreendedoras nessas mulheres, trabalhando a questão do protagonismo e fortalecimento da figura feminina”, pontua a coordenadora de Responsabilidade Social da Eneva, Elisabeth Teles.

Na primeira etapa, o Elas Empreendedora contará com a parceria do Sebrae na realização de cursos de capacitação sobre empreendedorismo. “Serão identificadas as potencialidades e feitas as capacitações. Em Azulão, as 25 mulheres farão uma imersão nos próximos meses, com oficinas sobre planos de negócios, educação financeira, avaliação de mercado e conclusão com feira empreendedora”, afirmou Teles.

Há 35 anos trabalhando com costura, a professora Valita da Silva Neves, se orgulha de fazer parte dos projetos da Eneva que estimulam o empreendedorismo social e desenvolvimento sustentável. “Sempre trabalhei como costureira e faço qualquer tipo de roupa, mas com a pandemia ficamos sem trabalho e sem renda. Com o projeto Costurando para o Bem, pudemos constatar o nosso potencial ao trabalhar juntas e de forma organizada”, assegura.

Além de artesãs e costureiras, há mulheres pescadoras e agricultoras, que também receberão apoio na abertura de oportunidades coletivas e individuais.

Atualmente a Eneva desenvolve 37 projetos sociais que beneficiam mais de 62 mil pessoas nos estados do Maranhão, Ceará, Roraima e Amazonas, onde a empresa tem atividades.

Sobre o Costurando Para o Bem

Ao longo de um ano, entre os meses de junho de 2020 e junho de 2021, a Eneva investiu R$ 450 mil na compra de material e o pagamento pela produção de mais de 200 mil máscaras e jalecos de proteção contra a Covid. As peças foram distribuídas à população e em unidades básicas e hospitais das duas cidades. A atitude da empresa, além de ajudar financeiramente dezenas de famílias, fomentou a economia local.

A costureira Julieta Serrão Barbosa, 36 anos, moradora de Itapiranga, foi uma das primeiras beneficiárias do Costurando para o Bem a topar o desafio de empreender. Ela diz acreditar no próprio potencial e, junto com outras mulheres, costureiras e auxiliares de costura, está organizando a criação da primeira associação de empreendedoras do município. “No momento crítico da pandemia, estivemos juntas e conseguimos vencer um grande desafio, com o apoio da Eneva”, salienta Julieta.

SOBRE A ENEVA

A Eneva é a maior operadora privada de gás natural e energia do Brasil e mantém o campo de Azulão, no município de Silves, como parte do projeto integrado Azulão-Jaguatirica, vencedor do leilão de 2019 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com investimento de R$ 1,9 bilhão, o projeto produzirá gás natural na Bacia do Amazonas, em Silves (AM), para abastecer a usina termelétrica (UTE) Jaguatirica II, que vai gerar energia para Roraima. A Eneva une a atividade de exploração e produção de gás natural em terra à geração de energia. As operações estão concentradas no Norte e Nordeste do país e contribuem para o aumento da segurança energética das regiões e para a modicidade tarifária.

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