25.5 C
Manaus, BR
16 de janeiro de 2021
Cultura Destaques

Morre aos 89 anos Genival Lacerda por complicações do Covid-19

Cantor e compositor, Genival Lacerda, forrozeiro, pernambucano, morreu aos 89 anos, no Recife, em decorrência de complicações da Covid-19.

Internado desde o dia 30 de novembro de 2020, no Hospital Unimed I, e recebendo os cuidados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), devido o quadro de Covid-19, ele teria sofrido uma piora em seu quadro clínico, no dia 04 de janeiro.

Na quinta-feira (7), as manifestações de luto e tristeza pela perda do amigo, fez com que artistas e políticos lamentassem nas redes sociais, em consequência a prefeitura decretou três dias de luto em Campina Grande, cidade natal de Genival.

O corpo do artista deixa o Recife por volta das 13h e segue para ser sepultado em Campina Grande, ao lado do da mãe de Genival, Severina Lacerda.

Um ídolo popular, Genival Lacerda foi um dos grandes nomes do forró e, com carisma e irreverência. Um artista com 64 anos de carreira, era um símbolo da cultura do Nordeste.

Seu primeiro disco Genival gravou em 1956, um compacto duplo com “Coco de 56”, escrito por ele e João Vicente, e o xaxado “Dance o xaxado”, feito por ele com Manoel Avelino. Em 1964, a consagração nacional veio com “Severina Xique Xique”, de 1975, e o que marcou carreira foi o refrão “ele tá de olho é na butique dela”.

Outros sucessos como “Radinho de pilha”, “Mate o véio” e “De quem é esse jegue”, fortaleceram sua carreira com o estilo bem humorado.

No Recife, em 2016, ganhou título de cidadão recifense da Câmara dos Vereadores. Em 2017, recebeu no Palácio do Planalto a medalha da Ordem do Mérito Cultural (OMC). Na sexta-feira (8), estava previsto o lançamento de uma faixa do DVD “Minha Estrada”, com a participação de artistas nordestinos, que foi gravado no Teatro Boa Vista, em agosto 2019.

Apesar do falecimento de Genival, o lançamento da canção com o artista Zé Lezin, está mantido. “O artista faleceu, mas a obra dele vai ficar”, disse a assessora da família, Manuela Alves. Ao todo, são 15 faixas, com um lançamento por mês. A divulgação acontece pelas redes sociais e por plataformas digitais.

Fonte e foto: https://g1.globo.com

Publicações Relacionadas

Exposição ‘As Cores da Floresta’ exalta cultura e identidade amazônica

Victória Cavalcante

Agenda Cultural para o final de semana

Redacao

Bolsonaro confirma mais duas parcelas do auxílio emergencial

Francisco Araujo

Deixe um comentário

WhatsApp chat