Luíza Simonetti explica o que é preciso para fazer uma adoção

Luíza Simonetti
Foto: Mateus Araújo/Amazônia Press

Padrão de vida e sexualidade não impedem ninguém de adotar uma criança. No entanto, o perfil procurado, na maioria da vezes, dificultam o acolhimento e alongam o processo de inclusão de crianças em famílias adotivas, alerta a presidente da comissão de Direito de Família e Sucessões da OAB-AM, Luíza Simonetti.

Segundo Luíza, a preferência dos adotante ainda é por crianças do sexo feminino e com idade inferior a dois anos. Fatores como grupos de irmãos e portadoras de alguma síndrome ou deficiência física e mental, impossibilitam o acolhimento.

“São raros os casos de crianças adotadas com necessidades especiais”, relata Luíza. Para ela, há a necessidade de dar visibilidade à sociedade dessas crianças, para que a sociedade tenha consciência

“Dar visibilidade dessas crianças é o caminho. A gente precisa trazer para o conhecimento da sociedade a existência destas crianças e a vontade delas em ter uma família”, afirma.

Luíza Simonetti explica que, quem deseja entrar na fila para adotar uma criança, precisa fazer um cadastro na Vara de Infância e Juventude da comarca da cidade em que reside. Durante o preenchimento é necessário informar os dados pessoais e familiares e ainda o perfil da criança ou do adolescente desejado. Esse cadastro vai para o Sistema Nacional de Adoção e acolhimento (SNA). O perfil pode ser alterado.

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