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13 de agosto de 2020
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Lei do Gás causa revolta em Josué Neto e diz: “Wilson Lima cagou na cabeça de Sinésio Campos”

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Josué Neto extrapolou nas críticas feitas ao governador Wilson Lima na manhã desta terça-feira (14), ao falar sobre a nova Lei do Gás.

Não é de hoje que Josué faz duras críticas ao governo e que questiona o julgamento de Wilson Lima sobre o Projeto de Lei nº 153/2020 (Lei do Gás), de autoria do próprio Josué Neto, que considera inconstitucional, porque segundo Wilson Lima, é competência privativa da União legislar sobre jazidas, minas, outros recursos minerais e metalurgia.  Além disso, a ampliação do mercado do gás afeta diretamente a Cigás (Companhia de Gás do Amazonas), da qual o Estado é sócio e detém 51% das ações.

Para Josué Neto, fica bem claro quais são os interesses do Governo Estadual, principalmente ao colocar o deputado Sinésio Campos como presidente. “Desrespeitando essa casa, como já fez várias vezes, o desgoverno do Amazonas vetou a Lei do Gás e eu abri mão. O Atual governo que criou uma Comissão para a nova Lei do Gás, a nova da nova, elegeu o deputado Sinésio Campos como relator, essa mesma comissão elegeu Sinésio Campos como presidente da nova Lei do Gás, o final vocês já sabem, é tanto cocô que esse governo faz, que agora esse desgoverno está desrespeitando, resolveu cagar na cabeça do deputado Sinésio Campos e dessa Casa mais uma vez”, afirmou Josué Neto.

“Por que o governo não aprova essa lei? quem é que tá pagando para alguém do governo para essa Lei não ser aprovada? Quanto o Dr. Carlos Suarez, dono da Cigás está pagando para o desgovernador para essa Lei não ser aprovada nesta Casa?”, questionou.

Em nota, Wilson Lima afirmou:

“É leviana e irresponsável qualquer acusação que faça menção a interesse meu. Não tenho nenhum interesse pessoal e particular no caso. Mas não permitirei que uma decisão tão importante para o Estado do Amazonas, que define questões econômicas fundamentais, seja tomada de maneira intempestiva. Daí porque optei por buscar estudos e avaliações técnicas que embasem minha decisão. O que está em pauta é futuro do povo do Amazonas e não questões meramente políticas”.

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