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4 de agosto de 2021
Segurança

Lázaro Barbosa: conheça o serial killer “guiado pelo demônio”

Lázaro Barbosa, de 32 anos, tornou-se notório nesta semana no Brasil todo, ao protagonizar uma caçada humana no Distrito Federal e Goiás pelas polícias militar, civil e rodoviária federal, que até agora não conseguiram encontrá-lo.

Suspeito de uma série de cinco assassinatos, quatro deles esfaqueando membros da mesma família, Barbosa, que ficou conhecido como o “serial killer do DF”, também invadiu propriedades, fez reféns e atirou em três pessoas e um policial, baleando um. Ele ainda roubou um carro e ateou fogo numa das casas que invadiu. Todos os crimes ocorreram em Goiás e no Distrito Federal.

Perfil e ficha criminal 

Nascido em Barra do Mendes, na Bahia, Lázaro foi acusado criminalmente já em sua cidade natal, aos 18 anos, respondendo por duplo homicídio e estupro. Depois disso, mudou-se para a região do Distrito Federal, onde logo foi preso novamente.

Em laudo psiquiátrico datado de 2013, Lázaro foi avaliado como possuidor de traços de agressividade, dependência emocional, impulsividade, instabilidade emocional, preocupações sexuais e sentimento de angústia.

Caçador 

O documento ainda afirma que, caso fosse reunido à sociedade, Lázaro provavelmente reincidiria  em seus crimes.

  A polícia afirma que o criminoso tem traços distintos que o tornam mais perigoso: criado no meio do mato, é caçador e conhece os detalhes da região em que está.  

Lázaro está sendo procurado por policiais de Goiás e do Distrito Federal, mas até agora não foi encontrado. O criminoso chamou a atenção do Brasil inteiro pela violência e aparente aleatoriedade de seus crimes e pela incrível dificuldade de captura. 

Pai envergonhado 

O aposentado Edenaldo Barbosa Magalhães, de 57 anos, pai de Lázaro, definiu o filho como “um monstro” e disse que está envergonhado com às atitudes do rapaz. As declarações foram feitas em entrevista ao site Correio Braziliense.

O demônio se apoderou dele

disse o aposentado, que se declara evangélico

O aposentado só reencontrou o filho há seis anos, durante uma visita. “Só me visitou e foi embora. Foi quando ele teve uma fuga aí. E eu com o coração na mão, doente. Só não morri ainda porque acredito que Deus não quis”, disse o homem.

Foto: divulgação
Fonte: Portal da Polícia Federal

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