Instituições do setor primário discutem safra de castanha-do-Brasil

Foto: divulgação/Idam

Representantes do setor primário de cinco usinas do Amazonas, se reúnem nesta quarta e quinta-feira (27 e 28), na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), para planejar a safra de 2020 da castanha-do-Brasil.

Reunindo representantes de usinas que trabalham com a produção de castanha-do-Brasil, localizadas nos municípios de Manicoré, Amaturá, Lábrea, Beruri e Barcelos, o encontro é uma oportunidade para discutir estratégias com parcerias do setor governamental e não governamental.

Foto: divulgação/Idam

Para a representante da Associação dos Agropecuários de Beruri (Assoab), Sandra Amud, 41, será possível levar estratégias para trabalhar o novo planejamento da safra 2020. “Vamos conquistar novos parceiros, pessoas que acreditam no nosso trabalho e que vêm impactando comunidades e famílias. Esse evento é muito importante para essas cinco usinas, que estão nas bases trabalhando diretamente com o produtor”, destacou.

Sandra afirma que a estimativa de produção só da Assoab para o ano de 2020 é de 80 toneladas, o que pode gerar um impacto positivo para as famílias que vivem da produção natural. “Hoje, uma parte da nossa produção é comercializada para a Natura que trabalha com cosméticos, e a outra parte atendemos grandes e pequenos mercados”, completou.

O evento, realizado pela Rede de Cooperativas e Associações de Beneficiamento Agroextrativistas do Estado do Amazonas (Recabaam) com apoio do Idam e WWF-Brasil, acontece na sede da Ufam, no Centro de Ciências do Ambiente (CCA), na Sala Copaíba.

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