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28 de outubro de 2020
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Governador Wilson Lima manda fechar estabelecimentos sem dar a mínima ajuda financeira

O governador das contradições, falta de experiência, segurança e principalmente pela pressão dos comerciantes, após autorizar a reabertura do comércio, escolas estaduais e privadas, casa de shows, bares e balneários. Wilson Lima cria um novo decreto fechando partes do seguimento sem qualquer consulta ou propostas de ajuda financeira a classe.

Em decorrência das aglomerações de pessoas no mesmo espaço e da desobediência da população quanto ao distanciamento mínimo e uso de máscaras em vias públicas e comércio para evitar o Covid-19. E também da total fiscalização durante o dia nos bairros, festas privadas em casas e apartamentos dentro de condomínios de luxo da cidade.

Wilson Lima anunciou a suspensão do funcionamento de bares que não tenham como primário o funcionamento para restaurantes, de flutuantes, de balneários, de praias, de casas de shows, de aluguéis de sítios, de casas de eventos (exceto os que já foram liberados, como casamentos, e os que seguirem todos os protocolos estabelecidos por autoridades de saúde), de chácaras.

Na live em que Wilson Lima apresentou a sociedade nessa quinta-feira, 24, não menciona o que será feito para amenizar a crise do setor de eventos, considerando que a retomada dos serviços estava sendo relevante para continuidade e recuperação das perdas da categoria desde o início da pandemia, em março.

O empresário William Lauschner, dono do bar e restaurante Porão do Alemão, fala um pouco desse despreparo do governo. “O empresário correto fez tudo que foi pedido pelos órgãos competentes limitando distanciamento, colocando álcool em gel, medidor de temperatura e terminando no horário correto. Só faltou um melhor dever de casa do governo”, afirmou William.

O empresário também destaca a falta de fiscalização e das poucas equipes nas ruas para fazê-lo. “Eu entendo que apenas uma equipe não vai rodar Manaus inteira, é preciso ter três ou até quatro. E não é justo que o poder público não consiga montar para fiscalizar a Manaus inteira e joga a responsabilidade disso para nós empresários que estamos praticando os protocolos”.

No que diz respeito a um planejamento financeiro para classe o empresário é enfático em dizer que isso não existe e tá difícil de acontecer. “Esse projeto tá no papel há muito tempo. Eu participei da Gestão de Crise, 6 meses atrás, e existia uma ideia de ajuda financeira para os empresários repassarem para os seus funcionários. Eu tô com meus impostos pra pagar, será que ele vai abonar ? Se nós não funcionarmos não geramos riqueza para o Estado”, afirmou William.

Foto: Reprodução

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