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26 de janeiro de 2021
Artigos João Tayah

“Estado Mínimo, só se for para as liberdades individuais”

Para quem náo sabe governar, qualquer País é ingovernável

O Estado é um mecanismo criado para melhorar a vida em sociedade. Assuntos de Estado deveriam ser aqueles que se relacionam com o interesse público. O Estado não pode interferir nas escolhas e interesses privados das pessoas.

Pouco importa se você é ateu, se vive num relacionamento amoroso grupal, se gosta de usar roupas decotadas. O Estado não deveria se preocupar com isto, pois são valores que fazem parte da moral comum, das regras de comportamento que não possuem qualquer importância jurídica. Quando vejo agentes políticos preocupados demais com o que cada um faz da sua vida ou do seu corpo, logo percebo que são imbecis populistas que não cumprem minimamente seu papel.

A única moralidade importante é aquela relacionada ao bom manuseio do patrimônio público. O dever de agir com ética, honestidade e boa-fé é imposto a todo agente público. Mas os “conservadores” brasileiros desprezam esta moralidade. Aceitam tranquilamente gastos sigilosos com cartões corporativos, negociação de cargos com políticos corruptos e aparelhamento dos órgãos fiscalizadores sem fazer nenhuma reclamação. Se aparece uma mulher protestando com os seios de fora, você verá a indignação deles.

A moral comum nunca deveria ser um parâmetro para eleger alguém. Nunca deveria sequer ser assunto dos debates políticos. Porque o que cada um faz da sua vida diz respeito só a si mesmo. Ninguém responderá pelos pecados do outro. Talvez quando o povo compreender que sua revolta está direcionada para o lugar errado, possamos ter esperança de viver dias melhores no Brasil.

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