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7 de maio de 2021
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Especial: Dia do trabalhador segue sem muitas comemorações

A situação atual da classe trabalhadora num cenário de grandes dificuldades agravadas pela pandemia não é boa, e nem esperançosa. Queda na renda, desemprego em massa, informalidade e a chamada “uberização” são alguns dos problemas a serem resolvidos pós-pandemia. A Zona Franca de Manaus é uma incógnita para o futuro da cidade.

A política adotada pelos últimos governos deteriorou rapidamente as condições de trabalho. Saímos de uma situação de quase pleno emprego até 2015, para uma grave crise econômica e social. A região Norte e Nordeste, foram os mais atingidos pela falta de planejamento em economia, desenvolvimento e tecnologia.

O desemprego bate recordes e atinge hoje 15 milhões de pessoas. Outros 6 milhões estão desalentados, já desistiram de procurar emprego. A informalidade é recorde. Seguramente, com a pandemia, temos mais de 100 milhões de pessoas vivendo na pobreza e extrema pobreza.

Uma das reclamações foi a brusca redução dos salários. Outrosexemplos de direitos que foram retirados: prevalência do negociado sobre o legislado; redução do horário de almoço para 30 minutos; ampliação do uso do banco de horas; divisão das férias em até três períodos; fim da remuneração da jornada in itineree o trabalho intermitente.

As reformas trabalhistas prometeram geração de emprego e inclusão dos informais, o que ainda não ocorreu. O que vemos é a desestruturação do mercado de trabalho, ampliação do mercado informal e desorganização do mercado formal. Hoje, os formais estão numa situação mais complexa, com mais formas de contratação que atingem a estabilidade financeira.

Foto: Antônio Milena / Honda

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