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9 de agosto de 2020
Cidades Manaus

Dolly cogita fechar as portas na ZFM devido redução de incentivo

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Com a prorrogação de incentivo dos créditos concedidos às indústrias de refrigerantes na Zona Franca de Manaus, a empresa ‘Dolly’ repensa e faz contas para se certificar de que manterá a indústria em Manaus. A prorrogação reduz o incentivo em 4% e chega a prejudicar as indústrias e empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM).

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, Laerte Codonho, empresário e dono da Dolly, teme a extinção de toda a operação, que chegou a expirar com a passagem de 2018 para 2019.

“Isso estava sendo negociado, mas foi uma surpresa. Espero que haja uma reacomodação, um acordo que dê mais uns anos. Mantemos uma operação no meio da selva para ter o benefício fiscal. A partir do momento em que se corta isso, todos se questionarão se vale a pena”, declarou em entrevista.

A medida não foi bem recebida não apenas pelos donos de indústrias, mas também, pelos parlamentares do Amazonas. Eduardo Braga foi um dos primeiros a se pronunciar. “A redução dos incentivos tributários para a produção de concentrados de bebidas não alcoólicas na ZFM quebra o direito constitucional e a política de desenvolvimento sustentável, reconhecida inclusive pela Organização Mundial de Comércio (OMC)”, disse.

Segundo ele, o prejuízo para empresas que produzem na região em 2020 é de R$ 2,1 bilhões. Além disso, com o encerramento das atividades nas indústrias de concentrados de refrigerantes, só estarão gerando mais desemprego.

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