Deputado falsifica laudos para desviar dinheiro público

Deputado estadual Marcelo Cruz, já ocupou o cargo de vereador em Porto Velho e em 2018 foi eleito a deputado estadual no primeiro turno com 8.802 votos (1,08% dos válidos). Até agora, Marcelo Cruz ainda não se pronunciou mediante a acusação.

Deputado Marcelo Cruz. Ex-vereador de Porto Velho e em 2018 foi eleito a deputado estadual no primeiro turno com 8.802 votos (1,08% dos válidos). Foto: divulgação

Na manhã desta quarta-feira (22), a Polícia Federal (PF) realizou buscas na Assembléia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), que de início não deu explicaçōes do que procurava na operação. Pela tarde, descobriu-se que se tratava de uma ordem do Ministério Público juntamente com a Polícia Civil, no intuito de quebrar o esquema criminoso de restituição de gastos com saúde.

O Ministério Público realizou o mandato de busca e apreensão expedido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), investigando o deputado estadual da ALE-RO, Marcelo Cruz.

A Gaeco se dirigiu até as residências dos investigados no processo de crime organizado, que tinham como aliados: o referido deputado, profissionais de saúde e um advogado.

Supostamente o parlamentar utilizava-se de recursos públicos para fazer cirurgias plásticas com laudos falsificados, desviando o dinheiro e beneficiando os aliados. O Ministério Público de Rondônia, não divulgou os valores das cirurgias e até agora, Marcelo Cruz não se pronunciou mediante a acusação.

O nome batizado à operação é ‘Dissimulação‘, trazendo o conceito significativo de ocultação da real intenção de um determinado indivíduo. Então, aguardaremos os procedimentos seguintes por parte da PF e Gaeco em relação ao caso. O atual deputado estadual de Rondônia, é ex-vereador em Porto Velho e em 2018 foi eleito ao cargo de deputado estadual, no primeiro turno com 8.802 votos (1,08% dos válidos).

No dia 5 de dezembro a PF também entrou em uma busca e onde estiveram na Casa investigando pessoas ligadas ao ex-deputado Carlão de Oliveira, que está foragido.

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