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30 de novembro de 2020
Cultura

Cantor amazonense Luso Neto comemora 19 anos de carreira com show “MiXtura Fina”, em Manaus

Cantor_Luso

Conhecido e rotulado pelos fãs amazonenses como roqueiro nato, o cantor amazonense Luso Neto comemora no show “MiXtura Fina” os seus 19 anos de carreira nos eixos sul-sudeste e norte do Brasil, no próximo dia 28 de novembro, a partir das 19h no blend Café Louge, em Manaus.

O cantor promete fazer um show totalmente alegre, dançante e trazendo toda a vivência dele nas vertentes que formaram a personalidade e o seu conceito musical. “Além de vários hits e estilos que irão embalar o público, irei apresentar músicas do meu último trabalho, o CD e DVD ao vivo Luso Acoustic e minhas músicas autorais de maior expressão e que, o público canta comigo: Relax, Fatal e Aconteceu, meu maior sucesso em parceria com meu querido amigo Serginho Moah, hoje carreira solo, ex-integrante da banda gaúcha Papas da Língua”, destacou.

Iniciado a vida artística nos palcos de teatro nos anos 90, aos 12 anos, o cantor e compositor Luso Neto, passou por várias companhias conceituadas do estado do Amazonas como; Metamorfose, Apareceu a Margarida e até mesmo, com sua própria companhia, a Princip’Art.

Luso_Cantor
Foto: reprodução/Assessoria

O primeiro contato profissional na área musical aconteceu no ano de 2001, após ganhar o concurso “A Nova Voz Amazonense do Milênio”, pela então Rádio Amazonas FM, juntamente com o icônico programa Mesa de Bar.

Ele conta que vem de uma família de músicos e que, a grande influenciadora na vida é a mãe, Tenilze, mais conhecida como “Tetê”, que cantou por muitas noites manauaras acompanhada do mestre das cordas, o violonista Rinaldo Buzaglo. “também tive influência dos meus tios José Carlos (Cacacho) que fundou, juntamente com o Bada e o China, a banda Impakto, há tempos conhecida na voz marcante da querida Nete e do Tio Tennyson (Tente) que, juntamente com o saudoso Chiquinho do Acordeon mais o Stanley (Pai) em 1981, fundou a banda Cheiro Verde, cujos dissidentes daquela ocasião, criaram a banda Carrapicho. Mesmo assim, eu enveredei pelo lado do teatro e depois a música me tomou e me toma até hoje. Em 2019, 15 anos depois, eu voltei a trabalhar com as companhias Apareceu A Margarida e Metamorfose, retomando um antigo amor”, conta ele.

O cantor conta ainda que, ao ganhar o concurso em dezembro de 2000, foi apadrinhado pela inesquecível produtora de rádio Socorro Sant’Anna que, além dele, lançou tantos artistas e pessoas do ramo.

“A Help, que era como chamávamos a nossa Socorro, montou comigo, após minha apresentação como vencedor do concurso da Rádio Amazonas, o show Made in Brazil onde, além de homenagear vários artistas renomados da nossa MPB e MPA, eu de cara, nos meus dois primeiros shows, abri os shows de Belchior e Beto Guedes, dois caras que eu admiro muito e que tanto contribuíram para a nossa história da música brasileira. Já dizem que as primeiras vezes a gente nunca esquece, imagina ter vivido esses dois momentos logo no início da carreira, em 2001, há dezenove anos atrás”, finalizou.

Com informações da Assessoria*

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