Bailarino, Branco Souza, fala sobre a sua trajetória na dança no programa Amazônia Press No Ar

bailarino Branco Souza
Foto: Carlos Eduardo/Amazônia Press No Ar

No programa Amazônia Press no Ar, desta sexta-feira (10), o bailarino Branco Souza nos contou sobre a sua caminhada no meio artístico desde a sua infância até os dias atuais. Logo de início, o artista fez um breve histórico sobre como foi a sua infância e de como se apaixonou pela dança.

“Desde criança já gostava muito de dança. Não podia escutar um ritmo na rua que já começava a dançar. Depois dos 13 anos comecei a me dedicar mais a dança e desde então foi só procura”, disse.

Logo de início, o bailarino começou a participar de um grupo de Boi Bumbá, onde se identificou com a atividade e decidiu era isso o que queria fazer de forma profissional. Quando fortaleceu um pouco mais a sua maturidade acerca do mundo artístico, Branco Souza decidiu ir mais além do ritmo do Boi Bumbá.

“Foi quando vi pela primeira vez o Corpo de Dança do Amazonas (CDA) se apresentar no Hotel Tropical, em um evento chamado ‘A Saga do Boi’. Meu objetivo era estar no CDA, depois de algumas audições consegui passar e estou lá desde 2011”, contou.

O artista também falou que é gratificante mostrar para as pessoas que acreditam que não dá para viver da arte, que é possível, basta acreditar, mesmo que algumas pessoas próximas não acreditassem que poderia dar certo.

Além disso, o bailarino também destacou o pouco incentivo e a dificuldade do mercado para essa vertente artística. “Em alguns estados do país, os bailarinos estão sofrendo com muitos cortes, algumas companhias estão fechando as portas por não ter salário para pagar todo mundo. Aqui no Amazonas, apesar de sentirmos esse peso de viver de arte, ainda conseguimos seguir com ela”, pontuou.

O Amazônia Press no Ar é um programa diário transmitido pela rádios FM 89,3, de segunda a sexta-feira, às 18h. Para saber mais, confira a entrevista completa na íntegra.

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