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3 de março de 2021
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Associação de bares e restaurantes no Amazonas estima mais demissões nas empresas e fechamentos definitivos nesta fase da pandemia

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) no Amazonas pede urgência na aceleração da vacinação na população estadual. A associação vem tentando uma maior flexibilização através de reuniões feitas com o governo.

Até o momento houve apenas a liberação do delivery e drive-thru. Porém, muitos negócios não conseguiram se adaptar a essa realidade, somente 50% deles estão atendendo desta forma e mesmo assim não conseguem manter os custos em dias.

Na tentativa de salvar os empregos, empresários deram férias coletivas em janeiro de 2021, aos seus funcionários, que já retornaram em fevereiro e ainda encontram o cenário de um salão paralisado, sem ação e entrada de rendimentos. Por isso ainda continuam acontecendo as demissões em massa por não terem como honrar com seus compromissos.

Donos de restaurantes, bares e similares aguardam a liberação da coleta balcão para que se tenha o mínimo de faturamento, pois possuem receio de seus negócios fecharem. Desde março até dezembro de 2020 cerca de 40% das empresas fecharam suas portas e 30% dos colaboradores foram demitidos até esse instante. Antes o setor empregava cerca de 160 mil pessoas, direta e indiretamente.

De acordo com o presidente da Abrasel, Fábio Cunha, “Muitos estão aguardando a abertura presencial. Se o decreto continuar sendo feito sem nenhuma perspectiva ao retorno deste atendimento, mais empregos serão perdidos e empresas fecharão suas portas. Precisamos de uma data de abertura urgente para que possamos nos planejar e continuar com as empresas abertas e assim com os empregos de vários trabalhadores que sustentam suas famílias. Sabemos que não será uma abertura total e deverá ter restrições, mas, temos que nos adaptar ao ‘novo normal’ e estamos dispostos a isso.”.

Porém, resultado das dívidas acumuladas desde o começo da pandemia como empréstimos, aluguel do ponto, fornecedores, prejuízo financeiro de 100% e em muitos outros casos dificultam cada vez mais para que os empresários consigam manter o colaborador, fornecedores e terceirizados. Neste mês de fevereiro donos de restaurantes, bares e similares vão fechar o mês, como de costume, mas sem conseguir manter seus custos, portanto vão acabar quebrando, fechando definitivamente seus empreendimentos.

Fonte: Assessoria.

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