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25 de fevereiro de 2021
Empreendedorismo

Ampliação da visão em relação ao consumidor, durante o período do Covid-19

Eu aprendi com a Psicologia Positiva que a ampliação da nossa visão tornando-a mais aberta e apreciativa das capacidades e potenciais humanos são uma das mais revolucionárias formas de enxergar o mundo e o contexto de cada indivíduo.

Penso que o momento é delicado e está sendo amplamente discutido sem levar em consideração algo mais importante que o consumo, que as empresas, que os salários, O CONSUMIDOR.

Vocês empresários, pessoas sérias que ajudam e fomentam a economia acham mesmo que esse movimento que tem aterrorizado e assustado as pessoas, que tudo que andam enaltecendo e evidenciando diante das orientações de permanecer em casa em isolamento, vocês acham mesmo que mesmo diante disto tudo a solução seria “normalizar” o funcionamento de tudo inclusive comércio? Já pararam pra pensar na confiança das pessoas diante desse devastador fato? Acham mesmo que tudo se resolverá abrindo tudo sujeitando seu negócio ao declínio um vez que O CONSUMIDOR deixou de confiar, está inseguro e amplamente devastado com tantas notícias ruins e ameaças inclusive feita por alguns de vocês? Que o fluxo e a compra nos locais hoje não são a prioridade.

Convido a pensar de forma positiva, ao invés de acuar, ameaçar de desemprego e fazer votos de que o pior vai acontecer, começa por você. Pensa diferente, seja solidário ao menos com seu próprio negócio, exercite e distribua a tranquilidade que seu CONSUMIDOR precisa para voltar a fazer o dinheiro dele circular, não adianta reivindicar a “normalização” do funcionamento de tudo se o que não está NORMAL é sua condução como empresário ou líder que por vezes explora, não se importa com a qualidade de vida daqueles que agora são essencialmente importantes pra você.

No meio dessa confusão toda, vejo de tudo, ouço e leio de tudo, e no meio de muito discurso egoísta, egocêntrico de pessoas que nunca souberam de fato o que é padecer ou passar por dificuldades relevantes à própria sobrevivência, mas vejo também pessoas inclusive jurídicas tentando um caminho de se aproximar do consumidor, de tornar essa relação, que mesmo correndo riscos, recebe doses diárias de ATENÇÃO, CARINHO E EMPATIA.

Acredito demais na recuperação da economia e na sobrevivência de muitas empresas mesmo diante de todo este cenário, mas penso que essa sobrevivência quem definirá é o CONSUMIDOR, somente ele será capaz de decidir se volta ou não a comprar e realmente acho que essa decisão está diretamente relacionada a capacidade de cada empresa de TOCAR esse CONSUMIDOR, a capacidade de se reinventar e a de usar a EMPATIA nesse momento tão delicado.

Texto do colaborador Raimundo Amaral – Mercadólogo

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